Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Update de 20 de Outubro


Sport Lisboa e Benfica 0-0 FC Penafiel (5-4 após GP)

Estádio da Luz
Assistência: 26676 mil espectadores

Um jogo pobre protagonizado por uma "segunda linha" de Benfica no Estádio da Luz em que o público presente foi quem mais mereceu a vitória por sempre ter apoiado o Benfica.
Nota negativa para Balboa. Muito muito fraco. Os mais positivos no Benfica (além do público): Ruben Amorim, Moreira e Makukula.

Entretanto, face à ausência de escrita por estes lados na última semana temos alguns temas a merecer atenção:

O Expresso publicou um artigo acerca do "hooliganismo" em Portugal. Podem ler aqui.
Se o artigo tem algo de sensacionalista já é algo ao qual estamos habituados isso não me espanta. Não me espanta também a "barafunda" e o "jogo do empurra" entre o IDP, a PSP, CESD e outras siglas. O que me acaba por espantar mais acabam por ser os números (rídiculos...) das pessoas registadas como membros das
claques. Uma forma "espertalhona" de contornar a lei e obter os benefícios. É o país que temos. E que merecemos.

Entretanto, chegou-nos um email acerca de um post no Forum do o site de claques nacional Portugal Ultras. A temática é a repressão das claques em Portugal e foi publicada na revista alemã Blickfang Ultra. Podem ler o artigo traduzido aqui.

Finalmente, e também por email, o DX fez -nos chegar um pequeno texto de apresentação do seu blog:

"O Blog SLB Pluribus Unum é um espaço onde se fala um pouco do dia a dia do SLB, bem como algumas curiosidades e acontecimentos da sua história, inclui sempre fotos e imagens. Acompanha-se também a actualidade do Grupo Manks mostrando fotos e tudo o que seja de assinalar por parte do grupo."

Visitem !!!

Finalmente e na integra a entrevista do Petit a A BOLA:

«Adeptos do Colónia adoram-me» «Não falo alemão mas percebo o significado dalgumas palavras» «Sou leal a jogar» COLÓNIA — Nas primeiras semanas em Colónia, quarta maior metrópole da Alemanha (991 mil habitantes), situada nas margens do Reno — onde impera a catedral em homenagem a São Pedro e Maria, uma impressionante obra em estilo gótico construída entre 1248 e 1880 que praticamente passou incólume aos bombardeamentos aliados da II Guerra Mundial, ao contrário do resto da cidade —, Petit passou o tempo a tratar da logística da mudança para uma vivenda junto ao RheinEnergie, um dos estádios que acolheram o Mundial-2006, e a dar entrevistas.

«Era todos os dias», conta a A BOLA, já depois de ter dado cerca de duas dezenas de autógrafos, inclusive a alguns emigrantes, enquanto sorria para as digitais de fotógrafos improvisados, logo à saída dum dos relvados do centro de treinos, a meia dúzia de quilómetros de casa: «Os adeptos do Colónia adoram-me. Se já falo alemão? Ainda não. Sei o básico para comunicar em campo, apesar de perceber o significado de bastantes palavras. O meu tradutor privado ajuda-me muito e por isso até o dispensei para a festa da cerveja em Munique.»

Passado glorioso

O FC Colónia, fundado a 13 de Fevereiro de 1948, regressou esta época à Bundesliga (actual 10.º classificado ao fim de sete jornadas, sempre com Petit a titular) após dois anos a penar no escalão secundário, onde caiu pela primeira vez em 1998. Os tempos de glória, quando era um clube temido na Alemanha e mesmo no resto da Europa (finalista da Taça UEFA em 1986, frente ao Real Madrid), estão enterrados no passado e talvez por isso os adeptos olhem para as fotografias expostas no acesso ao restaurante do centro de treinos com nostalgia. Não deve ser fácil ver as imagens, ainda a preto e branco, de Wolfgang Overath, antigo campeão mundial em 1974, hoje presidente do Colónia, Harald Schumacher, guarda-redes que também brilhou na selecção alemã, e Pierre Littbarski, um extremo que nem parecia alemão tal a habilidade, a celebrar uma série de conquistas (três campeonatos, aos quais se somam sete segundos lugares e quatro Taças, uma delas a consumar a dobradinha de 1978). Na lista de antigos craques, na qual Petit quer entrar um dia, é justo recordar Klaus Allofs, Kohler, Morten Olsen, Schuster e o jovem Podolski, hoje no Bayern mas ainda ídolo no clube.

«O miúdo é tão popular por aqui como a água-de-colónia...», assegura o médio português, número 12 do FC Koln.

Ponto final nas mordomias

Pitbull, como António Oliveira baptizou Petit na primeira chamada à equipa das quinas, a 2 de Junho de 2001, numa partida de apuramento para o Mundial-2002 com a República da Irlanda, em Dublin (1-1), admite que joga duro mas recusa as acusações de violência.

«Sou leal a jogar», diz, ele que nunca esqueceu o dia em que, por volta dos oito anos, ficou a saber que teria de ser operado porque a perna esquerda não crescia ao ritmo da direita.

Cinco anos mais tarde deixou a escola e ajudava no café da família, enquanto crescia no Bessa ao lado duma geração de ouro dos axadrezados que incluía Mário Silva (começaram ambos no Bom Pastor, clube dum bairro do Porto onde no mês passado inaugurou um restaurante que ficará ao cuidado dos pais), Delfim, Nuno Gomes, Ricardo Silva, Jorge Silva e Rui Lima.

Ainda assim nunca foi internacional nas camadas jovens. Sem problemas, assume hoje que até certa idade era irreverente, sempre preocupado em gozar a vida ao máximo, às vezes a horas proibidas para um candidato a profissional de futebol.

Junto dos mais novos utiliza a máxima faz o que eu digo e não aquilo que eu fiz. Pedro Geromel (ex-V. Guimarães), 23 anos, igualmente na temporada de estreia no Colónia, é um dos que podem ouvir os conselhos de Petit.

«É um craque talhado para outros voos. Vai chegar muito longe», antevê, surpreso ao descobrir que a mascote do novo clube é um bode. Outra das surpresas foi o tratamento nada VIP que recebem os jovens: «Os jogadores mais novos, como é o caso do Geromel, têm a missão de ajudar a levar o material de apoio para os treinos, além de carregarem com as malas do autocarro para o estádio ou o hotel. Aqui não somos tão mimados e até tratamos das nossas botas.»



«O Benfica não fez tudo para eu ficar, se calhar estava a mais...» O médio português percebeu que no Benfica já não olhavam para ele como antes e decidiu sair. Surgiu o convite do Colónia e não pensou duas vezes, recorda. Considera que seria titular na actual equipa encarnada mas está bem na Alemanha, onde diz que as referências não são para «abater». Petit falou sobre quase tudo, com frontalidade e coragem.

Por
PAULO CUNHA

COLÓNIA — Analisando agora a opção que tomou, com base nas primeiras impressões do futebol alemão, gostava de ter continuado no Benfica?

— Antes do Europeu informei os responsáveis do Benfica que gostava de sair caso surgisse uma proposta que agradasse às duas partes. Depois de ter sido abordado por vários clubes, apareceu o Colónia e decidi quase sem hesitações, pois não fizeram a força necessária para que acabasse a carreira na Luz. O Benfica não fez tudo para eu ficar. Se calhar estava a mais...

— Consegue identificar quem pensava que o Petit estava a mais?

Não é o momento... Durante vários anos consideraram-me um símbolo da mística benfiquista que todos querem recuperar e por isso sempre manifestei vontade de terminar a carreira de águia ao peito. Mas na época passada senti que algumas pessoas já não olhavam para mim da mesma maneira. Sei que era alvo de bocas, como se costuma dizer, no interior do clube, a propósito das minhas lesões. É verdade que estive bastante tempo lesionado, culpa de problemas dentários que influenciam tudo o resto, mas sempre fui profissional a 100 por cento. Não admito que se diga o contrário. Scolari, por exemplo, apoiou-me e convocou-me para o Europeu. E não se arrependeu.

— Sentiu-se empurrado para fora do Benfica?

— Digo apenas que todas estas situações somadas me obrigaram a pensar em mudar de ares, procurar novas experiências profissionais e de vida. Agradeço ao Benfica a gentileza de ter facilitado a minha saída.

— Que papel teve Rui Costa no processo que resultou na sua saída para o Colónia?

— Tratei praticamente de tudo com o presidente. Ao Rui... desejo-lhe sorte nas novas funções.

«Jogadores da casa são desvalorizados»

— O Benfica reforçou-se, investiu bastante, tal como aconteceu em várias épocas durante a sua passagem pelo clube...

— Quando se contrata um conjunto considerável de jogadores, como aconteceu esta época, é preciso não esquecer aqueles que já estavam no clube e deram provas e recompensá-los segundo os mesmos critérios.

— Que papel podem desempenhar as chamadas referências do Benfica?

— O balneário do Benfica tem muitas nacionalidades, poucos portugueses, jogadores novos... E para complicar as referências que resistiram e continuam no clube, casos de Luisão e Nuno Gomes, são as primeiras a ser criticadas. Na maioria dos clubes portugueses, entre os quais o Benfica, os jogadores com muitos anos de casa são desvalorizados. Ao contrário do que acontece na Alemanha, em Portugal as referências costumam ser para abater. Mais uma vez o Benfica está a começar de novo e não deve repetir os erros que se seguiram à conquista do título em 2005, quando se começou a deixar sair a base de jogadores portugueses que se construiu nesse período, com Miguel, Manuel Fernandes, Simão, Ricardo Rocha, entre outros.

— Falou em Nuno Gomes. Pensa que é um dos bodes expiatórios na hora dos insucessos?

— Pois... O Nuno trabalha muito para a equipa, desgasta-se e na hora de finalizar é natural que perca algum discernimento. Para mim é o melhor ponta-de-lança português, sem desprimor para o Hugo Almeida, Hélder Postiga e outros. Basta olhar para os números da sua carreira.

— Que conselhos daria aos adeptos do Benfica nesta fase de construção da equipa?

— Trapattoni, que era como um pai para nós, costumava dizer que é melhor jogar mal e ganhar que jogar bem e perder. Os adeptos devem exigir bons espectáculos mas também devem perceber que num campeonato são os pontos que realmente importam.

«Seria titular no actual Benfica»

— Que lhe parece o Benfica versão 2008/09?

— Como equipa nota-se que está a crescer. Ganhou o derby, num dos piores jogos que vi fazer ao Sporting nos últimos tempos; eliminou o Nápoles e a tendência, agora, deve ser para melhorar.

— Julga que seria primeira opção para Quique Flores?

— Fui primeira opção em todas as equipas que representei, à custa de muito trabalho. Nunca joguei por favor. No actual Benfica, desde que não tivesse problemas de lesões, também seria titular.

— Nas seis épocas que passou no Benfica o FC Porto ganhou cinco campeonatos e várias vezes se disse e insinuou que o plantel do Benfica tinha poucos jogadores... à Porto.

— Só posso falar por mim... Desde miúdo que jogo com raça. Não sou tecnicamente primoroso mas, quando disputo um lance, acredito sempre que posso ganhá-lo, seja qual for adversário. A malta do Norte, por regra, tem mais garra e sofri para chegar aqui. Nunca dou uma bola por perdida.

— Alguma vez foi abordado pelo FC Porto?

— Em miúdo, por exemplo, treinei-me na Constituição nas captações... Na altura em que saí do Boavista é verdade que ouvi falar nessa hipótese. Só que o simples facto de José Veiga ser meu empresário tornava, à partida, impossível a minha transferência para o FC Porto.

«Depois de José Veiga sair foi o que se viu...»

— É verdade que se comprometeu com o Benfica, em 2002, por números muito inferiores aos que pensava ter acordado?

— Quando estava prestes a assinar pelo Benfica percebi que os valores que aceitara, ao invés do que pensava e me fizeram crer, não eram líquidos, antes brutos. Conclusão: fui para o Benfica a ganhar pouco mais que no Boavista. Mas o Benfica é o Benfica e não podia voltar atrás...

— Como é a sua relação com José Veiga?

— José Veiga ligou-me a felicitar-me quando vim para o Colónia, por exemplo. Veiga fez um excelente trabalho quando esteve no Benfica, sobretudo por ter conseguido fechar o balneário. E com ele fomos campeões nacionais, convém lembrar. Depois de José Veiga sair foi o que se viu...

— Considera que Luís Filipe Vieira tem sido um bom presidente para o Benfica?

— É um homem impecável e um gestor de grandes méritos, disso não podemos ter dúvidas. Pena que não possa estar em todo o lado ao mesmo tempo. Penso que o melhor elogio que lhe podemos fazer é que voltou a tornar o clube credível.

«Não tenho saudades do futebol português» É o terceiro capitão e considera ganha a aposta profissional. E a nível familiar também COLÓNIA — Alguma vez pensou que um dia jogaria no Colónia?

— Por acaso não. Assinei por dois anos com opção por mais um. Nestes dois meses e pouco já deu para perceber que é uma aposta ganha a nível desportivo e familiar.

— Não é para todos ser um dos capitães de equipa com tão escasso tempo de casa...

— Sou o terceiro capitão, é verdade. Umit, o turco que ainda há pouco tempo nos pregou um susto quando desmaiou em campo, e Novakovic são os outros. Foi uma prova de confiança do mister Daum na minha experiência.

— Como é Christoph Daum [ndr — esteve perto de ser seleccionador alemão, após o Euro-2000, mas o vício em cocaína levou a federação alemã a anular o acordo] como treinador?

— É um treinador com tarimba e grande cartel na Alemanha. Sabe exigir e, como qualquer líder que se preze, também sabe dar uma palmadinha nas costas e dizer bom trabalho.

— E como estamos de saudades?

— Não tenho saudades do futebol português. E com o estado em que está a segurança em Portugal, onde só se ouve falar de assaltos, cada vez julgo mais que emigrar foi uma boa decisão. Aqui há outra qualidade de vida para as famílias. Na zona onde treinamos, no meio dum imenso bosque, é vulgar ver jovens a andar de bicicleta sem receios. Os meus dois filhos, de nove e seis anos, estão numa escola internacional e aprendem alemão, espanhol e inglês. Estou bastante bem aqui.

— Que diferenças há entre o futebol alemão e português?

— O futebol alemão é mais competitivo, joga-se de igual para igual e ninguém se admira assim tanto se o último derrotar o líder. Ao fim do mês também não há atrasos e os dirigentes raramente se ouvem em público. Outra diferença é que a imprensa, ao contrário do que acontece em A BOLA, por exemplo, premeia as melhores exibições dos jogadores com notas de 1, 2 ou 3 e as piores com 6, 7 e por aí a cima até 9. Ainda apanhei um susto ao perceber que a Kicker me tinha dado 1,5 no jogo com o Schalke...

«Balneário do Boavista foi o melhor» Não esquece os tempos que passou no Bessa e quem o convenceu a apostar no futebol COLÓNIA — Gostava de terminar a carreira no Boavista?

— Sim mas vai ser difícil realizar esse sonho. Tenho muita pena pelo que se está a passar. Estive lá dos 8 aos 25 anos e nunca pensei ver o clube em condições tão difíceis. Porquê? Por aquilo que sei a construção do estádio asfixiou as finanças do clube, que entretanto também deixou de ser capaz de vender um jogador por época a bom preço. Eram sempre 500 ou 600 mil contos que ajudavam a equilibrar o orçamento. Sem vender, e fora da UEFA numa altura em que já pagava salários altos, os problemas tornaram-se incontroláveis. Agora é o momento de as referências do Boavista ajudarem. É isso que procuro fazer.

— Lembra-se dalgum momento em que a confiança do Boavista em si tenha sido marcante?

— Pouco depois de ter cumprido oito meses de serviço militar, já no final da época, fui para o Algarve sem dar cavaco a ninguém. Lembro-me de o Hernâni Ascensão, dirigente, e o Mário Reis, treinador, andarem loucos à minha procura e de ter levado nas orelhas do mister, que me fez acreditar nas minhas capacidades. Acabei emprestado ao União de Lamas e com a confiança de Amândio Barreiras realizei uma boa época e voltei ao Bessa...

— Onde se sagraria campeão nacional.

— Em Portugal as pessoas não estavam habituadas a ver uma equipa jogar em pressing constante. Pacheco incutiu esse espírito. É claro que, quando a bola passava, tínhamos de matar a jogada. Diziam que éramos uma equipa de sarrafeiros mas acabámos como campeões, melhor ataque e defesa menos batida.

— Quase se emociona a recordar esses tempos...

— Esse Boavista era uma verdadeira família, um grupo de amigos que convivia nos treinos e na vida social do dia-a-dia, juntamente com as nossas mulheres e filhos. Se a relação entre todos é boa os resultados notam-se logo no campo. O balneário do Boavista foi o melhor que encontrei. Tinha autênticos líderes, tais como Pedro Emanuel, Litos, Rui Bento, Sanchez e Jorge Couto, herdeiros de Casaca e Paulo Sousa, por exemplo. Pena que o Timofte, um craque, tenha saído no ano anterior sem ter festejado o título.

— E como eram as relações entre os jogadores no Benfica?

— No Benfica a pressão era maior, fosse dos adeptos ou da comunicação social, e os laços de amizade mais difíceis de cimentar, apesar de também ter feito bastantes amigos.

— Que pensa fazer depois de pendurar as chuteiras?

— Talvez treinar camadas jovens, uma forma de ser obrigado a levantar-me cedo. Mais que isso é demasiado stressante.

— Que técnico mais o marcou?

— Aprendi com todos mas Álvaro Magalhães, no Gil Vicente, e Jaime Pacheco, no Boavista, foram fundamentais na minha progressão.

«Carlos Queirós é excelente escolha» Fã incondicional de Scolari, aplaude escolha do substituto. Mas recusa voltar à Selecção COLÓNIA — Pondera voltar a representar a Selecção?

— Não. Estive em dois Mundiais e outros tantos Europeus, tenho mais de 50 internacionalizações, dei tudo ao meu país e por isso despeço-me da Selecção Nacional de consciência tranquila. Tenho 32 anos e no Mundial-2010 teria 34. Já chega! É tempo de dar a vez a outros.

— Carlos Queirós é o nome ideal para substituir Luiz Felipe Scolari?

— É excelente escolha. Já desempenhou as funções de seleccionador e conhece bem o futebol português e internacional.

— Era fã de Scolari?

— Completamente. Os resultados falam por ele.

— A velha polémica sobre a exclusão de Vítor Baía alguma vez afectou o grupo?

— Nunca falámos muito disso. O grupo era unido e, quando se reencontrava, parecia uma família. O resto passava-nos ao lado.

— Desde que Scolari saiu Ricardo não voltou a ser chamado.

— As pessoas têm memória curta e não se lembram do que o Ricardo fez no Euro-2004 e Mundial-2006. Os guarda-redes tão depressa são heróis como se tornam vilões.

— Como é Cristiano Ronaldo fora dos relvados?

— É o melhor que pode existir. Tecnicamente é o número 1, sem tiques de estrela, um grande companheiro. Mesmo em processo de renovação, a nossa Selecção vai continuar a dar cartas.

— Depois de ter feito faísca com Deco, tornaram-se amigos inseparáveis...

— Ele partiu-me o pé, num Boavista-FC Porto, mas soubemos construir uma boa amizade a partir de então. Já passámos férias juntos, com as nossas famílias, e, além de ser uma pessoa fantástica, bem fisicamente não perde na comparação com nenhum médio do mundo. Viu-se no Europeu e agora no Chelsea.

— Actuou ao lado de vários jogadores da chamada geração de ouro.

— Paulo Sousa era o meu ídolo e joguei com ele na Selecção. Figo e João Vieira Pinto foram os melhores da geração de ouro. O João, que terminou a carreira, merecia uma homenagem do tamanho do mundo."

Não é necessário um "olho clínico" para perceber para quem são as principais críticas do Petit. Talvez o Rui Costa tenha tido um papel menos "claro" em todo este processo. Talvez também o Rui Costa tenha achado que o Petit não serviria para o Benfica. O que o Petit não pode fazer é confundir o BENFICA com um Funcionário do Benfica, mesmo que esse se chame Rui Costa. O Benfica é muito maior que o Rui Costa. E que o Petit...
publicado por velhoestilo às 21:21
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5 comentários:
De Fred Sard a 20 de Outubro de 2008 às 22:32
Boas...
Noticías vindas no Expeeeeesso não são de fiar. Publicam 1º e perguntam depois, é assim na aquele pasquim. A ser verdade o que lá vem, só prova que a 16/2004 é uma farsa.
Ontem o jogo contra o Penafiel foi mesmo um jogo á Benfica :)sofrer, sofrer e mais sofrer. Melhor o resultado que a exibição. O sofá continua a ser o melhor companheiro para muita gente.Cerca de 20.000 na Luz.
Nos Diabos fiquei com a impressão que o pessoal sabe, pode e deve fazer melhor no apoio á equipa mas, o jogo também não ajudou.

O Petit está com "falta de memória" e entrou na onda e na moda de dizer mal do Benfica quando se sai do clube.
Li a entrevista mas também li a carta que o ex-jogador escreveu quando saiu da Luz que a Bola ou o Record publicou no Domingo dia 12 de Outubro. Fica aqui o link:
http://www.record.pt/noticia.asp?id=807909&idCanal=11

Bom trabalho


De NM. a 21 de Outubro de 2008 às 01:01
se o benfica vende nao faz pressão para sair , o benfica nao vende é demasiado conservador blablabla.

Sinceramente petit...


De Anónimo a 21 de Outubro de 2008 às 14:39
Ingrato e aziado este Petit. Perdi toda a consideração por ele. Descarregar assim num clube que tudo lhe deu ? Até deixou descarregou implicitamente nas pessoas do "SUL".

O meu palpite é que o Petit pensava que ia ser o proximo director desportivo do Benfica, até que esse cargo foi parar ao Rui Costa. Estoirou o caos nesse momento. Se repararem veem que faz um certo sentido.

Abraços

Diogo,


De Anónimo a 21 de Outubro de 2008 às 19:59
Alguem me tem essas paginas da Revista alema em grande q se consiga ler?

Obrigado


De Anónimo a 23 de Outubro de 2008 às 01:18
Petit, deves ter saudades é das noites no Tamariz e nas bezanas que apanhavas´inclusivé á semana, foste em boa hora e quando voltares pode ser que tenhas um lugar como Porteiro de alguma discoteca ali do Cais do Sodré com o belo téni cinzento prateado.


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