Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Uno Di Noi


FABRIZIO MICCOLI «Só admito deixar Itália para voltar ao Benfica» Há quase dois anos que o pequeno bombardeiro deixou a Luz, mas a força dos laços criados resiste à passagem do tempo. Ao ponto de já ter recusado jogar no FC Porto. Diz-se feliz no Palermo mas confessa que tem saudades do Benfica e que não conseguiria dizer não ao regresso. Avançado esteve em Lisboa na companhia de A BOLA

Entrevista de GONÇALO GUIMARÃES

QUAL a razão da sua visita a Lisboa, aproveitando a pausa nos campeonatos, devido aos jogos das selecções?
— Vim tratar de assuntos pessoais e rever alguns amigos.
— Vai aproveitar a visita a Lisboa para estar com alguns dos seus ex-companheiros no Benfica?
— Sim, claro.
— Com quem mantém mais contacto?
— Com Nuno Gomes. Ficámos muito amigos e falamos por telefone. Vou estar com ele.
— Como lhe está a correr a época, no Palermo?
— Está a correr bem, fiz 10 golos até ao momento [n. d. r. é o melhor marcador da equipa, a par de Cavani], mas ainda faltam nove jogos e posso melhorar essa marca. Em termos colectivos estamos em oitavo lugar, pelo que o balanço é bom. Podia ser melhor, mas é bom.
— O Benfica venceu a Taça da Liga, frente ao Sporting, no sábado passado. Viu o jogo?
— Não, não vi, mas sei que ganharam nos penalties. Vou dar os parabéns ao Nuno Gomes [risos].

«PALERMO NÃO ME DEIXOU SAIR NO VERÃO»

— Na pré-época surgiu a possibilidade de regressar ao Benfica, pela mão de Rui Costa. O que falhou?
— Sim, surgiu essa possibilidade. Eu, o Rui [Costa] e o Francesco [Caliandro, o seu empresário] falámos sobre isso. É verdade que eu também tinha a questão familiar, mas depois isso nem se colocou porque o Palermo decidiu não me vender. O presidente [Maurizio Zamparini] ligou-me e disse que acreditava muito em mim, que não me deixava sair, e acabou por dizer não a Rui Costa.
— Mas ficou tentado?
- Sim, fiquei muito tentado, não vou esconder [risos]...
— E no caso de o Palermo aceitar a sua saída, como seria?
— Teria de falar com a minha mulher e tomar uma decisão.
— Ter dois filhos, uma em idade escolar [Suami] e outro com apenas alguns meses [Diego], poderia dificultar nova saída de Itália...
— Penso que não seria problema. A minha mulher e os meus filhos ficariam em Lecce e eu em Lisboa. Apenas teria de fazer mais viagens de avião para estar com eles sempre que possível. De resto, não seria problema.
— Colocou essa possibilidade no Verão passado?
— Sim, coloquei.

«CONFESSO QUE TENHO SAUDADES DO BENFICA»

— E no final da época, continua a ser um cenário possível, se o Benfica estiver novamente interessado e o Palermo já aceitar vender?
— Não sei... [risos] Tenho mais um ano de contrato com o Palermo e acho que nas próximas semanas vou renovar por três temporadas. Devo dizer que estou muito feliz no Palermo, sou muito bem tratado.
— Está feliz no Palermo mas seria difícil dizer não ao Benfica, é isso?
— Sim, admito que seria muito difícil dizer não ao Benfica [risos]...
— Tem saudades do Benfica?
— Sim, tenho saudades, é normal. Foram tempos muito bons que recordo sempre com muito carinho.

«ACOMPANHO A VIDA DO CLUBE PELA INTERNET»

— Vê os jogos na televisão?
— Não, isso é complicado porque as partidas do campeonato português não passam aqui. Só tenho acesso aos jogos da Champions. Da Taça UEFA vi apenas resumos dos golos.
— Então como acompanha os resultados?
—Acompanho tudo o que se passa no Benfica pela internet.
— Ainda tem contacto com alguns adeptos do Benfica?
- Muito pouco. Apenas dois ou três que ficaram amigos.
— E ainda lhe pedem para voltar?
— Sempre! [risos]
— E admite voltar um dia, se existir interesse, ou já não sai de Itália?
— Claro que admito voltar. Se o Benfica tiver interesse e o Palermo quiser negociar, é possível. Parte do meu coração ficou aqui, foram dois anos maravilhosos, por isso tenho vontade de regressar. Estarei sempre disponível, mas não depende só de mim.
— Tem consciência de que seria uma das melhores prendas que os benfiquistas poderiam ter?
— [risos] Não imagina como isso me deixa feliz. Porque acha que digo que só saio de Itália para jogar no Benfica?

«O CORAÇÃO DIZ-ME QUE POSSO VOLTAR»

— Sempre disse que o seu sonho era terminar a carreira no Lecce. Ainda pensa assim ou prefere acabar no Benfica?
— [risos] São situações di- ferentes. O Benfica é um gran- de clube, o Lecce é o clube da minha cidade. Ainda é cedo para pensar em terminar lá a carreira, só daqui a três ou quatro anos.
— Sente que o Benfica é um capítulo encerrado, no livro da sua vida, ou ainda há algo por escrever?
— Quem sabe outro capítulo [risos].
— O seu coração diz-lhe que pode voltar ao Benfica um dia?
— O coração diz-me que sim, mas o resto diz-me que é difícil.

«AINDA É POSSÍVEL CHEGAR AO TÍTULO»

— O Benfica está a cinco pontos do FC Porto, a oito jogos do final da Liga. Acredita no título?
— Claro que sim. Os adeptos têm de acreditar até final porque cinco pontos não é muito. Na próxima jornada, por exemplo, o FC Porto vai a Guimarães, uma deslocação muito difícil. Há que acreditar, mas isso é daquelas coisas que nem é preciso dizer aos adeptos do Benfica, pois estão sempre com a equipa.

«Pinto da Costa ligou mas recusei» Desde que Fabrizio Miccoli deixou a Luz, no final da temporada 2006/07, o seu nome tem sido associado ao Benfica e... ao FC Porto. Efectivamente, se é verdade que o Benfica já tentou o regresso do atacante italiano, no último Verão, não é menos factual que os dragões ensaiaram, na pré-época de 2007/08, uma jogada idêntica à protagonizada com Rodriguez no último defeso. Desta feita, sem sucesso. «Sim, é verdade. Foi no final da segunda época no Benfica, quando o meu futuro estava por definir. Acho que eu estava em Turim. Pinto da Costa ligou para saber da possibilidade de jogar no FC Porto, mas recusei. Sempre disse que fora de Itália só jogo no Benfica», vinca o avançado italiano, garantindo que essa decisão de nunca trair o Benfica não está à venda: « Não seria uma questão de dinheiro porque felizmente estou bem nesse aspecto, não seria por aí que conseguiriam convencer-me.»

«Bom trabalho de Rui Costa»

Foram companheiros de equipa com Fernando Santos, em 2006/07. Na época seguinte Miccoli regressou a Itália, para vestir as cores do Palermo, e Rui Costa cumpriu a sua última temporada como jogador. Hoje é director desportivo do Benfica, em época de estreia. «Só o conheço como jogador [risos], como dirigente não tanto, mas tem perfil e tem feito um trabalho positivo. A equipa é forte, tem excelentes jogadores como Aimar, Reyes, Cardozo, Di María ou Nuno Gomes, entre muitos outros. E o treinador também é conceituado. Depois, claro está, tudo depende dos resultados», diz Miccoli, que não tem falado com o maestro. «Falámos por telefone na pré-época. Desde então não nos temos comunicado. Mas sempre tivemos uma boa relação», sublinha.

Voltou a pisar relvado da Luz

Miccoli aproveitou a passagem por Lisboa para se deslocar ao Estádio da Luz, ontem de manhã. E fez questão de voltar a pisar o relvado onde viveu parte das bonitas memórias que guarda das duas épocas pelas águias.
Lille, U. Leiria e Liverpool
Esteve em 56 jogos oficiais do Benfica, em todas as provas, e fez 19 golos. Tem três preferidos: «Os que marquei ao Lille, de cabeça, ao Liverpool, num pontapé de moinho, e ao U. Leiria, um chapéu ao guarda-redes.» Quanto ao jogo que mais o marcou, diz que «foi a vitória por 2-0 em Liverpool».

Selecção difícil

Apesar da boa época que está a realizar, com dez golos na Serie A, Miccoli não pensa no regresso à Selecção. «Lippi já tem o seu grupo, é difícil, mas também não me preocupo com isso», diz.
Companhia do empresário
O atacante italiano esteve dois dias em Lisboa, no Hotel Marriott, acompanhado pelo empresário e amigo Francesco Caliandro. A má notícia foi o falecimento, ontem, de Maria da Graça, mãe de Ivone Caranguejeiro, secretária da SAD. «É uma notícia muito triste, pois a Ivone é uma amiga», expressou.
publicado por velhoestilo às 09:34
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Uno Di Noi


FABRIZIO MICCOLI «Só admito deixar Itália para voltar ao Benfica» Há quase dois anos que o pequeno bombardeiro deixou a Luz, mas a força dos laços criados resiste à passagem do tempo. Ao ponto de já ter recusado jogar no FC Porto. Diz-se feliz no Palermo mas confessa que tem saudades do Benfica e que não conseguiria dizer não ao regresso. Avançado esteve em Lisboa na companhia de A BOLA

Entrevista de GONÇALO GUIMARÃES

QUAL a razão da sua visita a Lisboa, aproveitando a pausa nos campeonatos, devido aos jogos das selecções?
— Vim tratar de assuntos pessoais e rever alguns amigos.
— Vai aproveitar a visita a Lisboa para estar com alguns dos seus ex-companheiros no Benfica?
— Sim, claro.
— Com quem mantém mais contacto?
— Com Nuno Gomes. Ficámos muito amigos e falamos por telefone. Vou estar com ele.
— Como lhe está a correr a época, no Palermo?
— Está a correr bem, fiz 10 golos até ao momento [n. d. r. é o melhor marcador da equipa, a par de Cavani], mas ainda faltam nove jogos e posso melhorar essa marca. Em termos colectivos estamos em oitavo lugar, pelo que o balanço é bom. Podia ser melhor, mas é bom.
— O Benfica venceu a Taça da Liga, frente ao Sporting, no sábado passado. Viu o jogo?
— Não, não vi, mas sei que ganharam nos penalties. Vou dar os parabéns ao Nuno Gomes [risos].

«PALERMO NÃO ME DEIXOU SAIR NO VERÃO»

— Na pré-época surgiu a possibilidade de regressar ao Benfica, pela mão de Rui Costa. O que falhou?
— Sim, surgiu essa possibilidade. Eu, o Rui [Costa] e o Francesco [Caliandro, o seu empresário] falámos sobre isso. É verdade que eu também tinha a questão familiar, mas depois isso nem se colocou porque o Palermo decidiu não me vender. O presidente [Maurizio Zamparini] ligou-me e disse que acreditava muito em mim, que não me deixava sair, e acabou por dizer não a Rui Costa.
— Mas ficou tentado?
- Sim, fiquei muito tentado, não vou esconder [risos]...
— E no caso de o Palermo aceitar a sua saída, como seria?
— Teria de falar com a minha mulher e tomar uma decisão.
— Ter dois filhos, uma em idade escolar [Suami] e outro com apenas alguns meses [Diego], poderia dificultar nova saída de Itália...
— Penso que não seria problema. A minha mulher e os meus filhos ficariam em Lecce e eu em Lisboa. Apenas teria de fazer mais viagens de avião para estar com eles sempre que possível. De resto, não seria problema.
— Colocou essa possibilidade no Verão passado?
— Sim, coloquei.

«CONFESSO QUE TENHO SAUDADES DO BENFICA»

— E no final da época, continua a ser um cenário possível, se o Benfica estiver novamente interessado e o Palermo já aceitar vender?
— Não sei... [risos] Tenho mais um ano de contrato com o Palermo e acho que nas próximas semanas vou renovar por três temporadas. Devo dizer que estou muito feliz no Palermo, sou muito bem tratado.
— Está feliz no Palermo mas seria difícil dizer não ao Benfica, é isso?
— Sim, admito que seria muito difícil dizer não ao Benfica [risos]...
— Tem saudades do Benfica?
— Sim, tenho saudades, é normal. Foram tempos muito bons que recordo sempre com muito carinho.

«ACOMPANHO A VIDA DO CLUBE PELA INTERNET»

— Vê os jogos na televisão?
— Não, isso é complicado porque as partidas do campeonato português não passam aqui. Só tenho acesso aos jogos da Champions. Da Taça UEFA vi apenas resumos dos golos.
— Então como acompanha os resultados?
—Acompanho tudo o que se passa no Benfica pela internet.
— Ainda tem contacto com alguns adeptos do Benfica?
- Muito pouco. Apenas dois ou três que ficaram amigos.
— E ainda lhe pedem para voltar?
— Sempre! [risos]
— E admite voltar um dia, se existir interesse, ou já não sai de Itália?
— Claro que admito voltar. Se o Benfica tiver interesse e o Palermo quiser negociar, é possível. Parte do meu coração ficou aqui, foram dois anos maravilhosos, por isso tenho vontade de regressar. Estarei sempre disponível, mas não depende só de mim.
— Tem consciência de que seria uma das melhores prendas que os benfiquistas poderiam ter?
— [risos] Não imagina como isso me deixa feliz. Porque acha que digo que só saio de Itália para jogar no Benfica?

«O CORAÇÃO DIZ-ME QUE POSSO VOLTAR»

— Sempre disse que o seu sonho era terminar a carreira no Lecce. Ainda pensa assim ou prefere acabar no Benfica?
— [risos] São situações di- ferentes. O Benfica é um gran- de clube, o Lecce é o clube da minha cidade. Ainda é cedo para pensar em terminar lá a carreira, só daqui a três ou quatro anos.
— Sente que o Benfica é um capítulo encerrado, no livro da sua vida, ou ainda há algo por escrever?
— Quem sabe outro capítulo [risos].
— O seu coração diz-lhe que pode voltar ao Benfica um dia?
— O coração diz-me que sim, mas o resto diz-me que é difícil.

«AINDA É POSSÍVEL CHEGAR AO TÍTULO»

— O Benfica está a cinco pontos do FC Porto, a oito jogos do final da Liga. Acredita no título?
— Claro que sim. Os adeptos têm de acreditar até final porque cinco pontos não é muito. Na próxima jornada, por exemplo, o FC Porto vai a Guimarães, uma deslocação muito difícil. Há que acreditar, mas isso é daquelas coisas que nem é preciso dizer aos adeptos do Benfica, pois estão sempre com a equipa.

«Pinto da Costa ligou mas recusei» Desde que Fabrizio Miccoli deixou a Luz, no final da temporada 2006/07, o seu nome tem sido associado ao Benfica e... ao FC Porto. Efectivamente, se é verdade que o Benfica já tentou o regresso do atacante italiano, no último Verão, não é menos factual que os dragões ensaiaram, na pré-época de 2007/08, uma jogada idêntica à protagonizada com Rodriguez no último defeso. Desta feita, sem sucesso. «Sim, é verdade. Foi no final da segunda época no Benfica, quando o meu futuro estava por definir. Acho que eu estava em Turim. Pinto da Costa ligou para saber da possibilidade de jogar no FC Porto, mas recusei. Sempre disse que fora de Itália só jogo no Benfica», vinca o avançado italiano, garantindo que essa decisão de nunca trair o Benfica não está à venda: « Não seria uma questão de dinheiro porque felizmente estou bem nesse aspecto, não seria por aí que conseguiriam convencer-me.»

«Bom trabalho de Rui Costa»

Foram companheiros de equipa com Fernando Santos, em 2006/07. Na época seguinte Miccoli regressou a Itália, para vestir as cores do Palermo, e Rui Costa cumpriu a sua última temporada como jogador. Hoje é director desportivo do Benfica, em época de estreia. «Só o conheço como jogador [risos], como dirigente não tanto, mas tem perfil e tem feito um trabalho positivo. A equipa é forte, tem excelentes jogadores como Aimar, Reyes, Cardozo, Di María ou Nuno Gomes, entre muitos outros. E o treinador também é conceituado. Depois, claro está, tudo depende dos resultados», diz Miccoli, que não tem falado com o maestro. «Falámos por telefone na pré-época. Desde então não nos temos comunicado. Mas sempre tivemos uma boa relação», sublinha.

Voltou a pisar relvado da Luz

Miccoli aproveitou a passagem por Lisboa para se deslocar ao Estádio da Luz, ontem de manhã. E fez questão de voltar a pisar o relvado onde viveu parte das bonitas memórias que guarda das duas épocas pelas águias.
Lille, U. Leiria e Liverpool
Esteve em 56 jogos oficiais do Benfica, em todas as provas, e fez 19 golos. Tem três preferidos: «Os que marquei ao Lille, de cabeça, ao Liverpool, num pontapé de moinho, e ao U. Leiria, um chapéu ao guarda-redes.» Quanto ao jogo que mais o marcou, diz que «foi a vitória por 2-0 em Liverpool».

Selecção difícil

Apesar da boa época que está a realizar, com dez golos na Serie A, Miccoli não pensa no regresso à Selecção. «Lippi já tem o seu grupo, é difícil, mas também não me preocupo com isso», diz.
Companhia do empresário
O atacante italiano esteve dois dias em Lisboa, no Hotel Marriott, acompanhado pelo empresário e amigo Francesco Caliandro. A má notícia foi o falecimento, ontem, de Maria da Graça, mãe de Ivone Caranguejeiro, secretária da SAD. «É uma notícia muito triste, pois a Ivone é uma amiga», expressou.
publicado por velhoestilo às 09:34
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Terça-feira, 24 de Março de 2009

O Provedor

Mas antes do Sr. Provedor, uns links interessantes.


Um dos Administradores do Milan atacado pelos Ultras Napolitanos. Aqui.


O Villareal ajuda os adeptos que perderam os seus empregos. Aqui.


E finalmente: o crime compensa se fores apanhado apenas uns anos mais tarde. Aqui.


Em relação ao Provedor do Adepto, foi feita esta semana em A BOLA uma entrevista ao mesmo.


Na íntegra para vocês:


"Adeptos de futebol já têm provedor Jorge Silvério, doutorado em Psicologia Desportiva, foi o escolhido Terá total autonomia em relação à Liga Ouvirá queixas e sugestões Intervenção junto dos agentes desportivos

Por GERMANO ALMEIDA

A Liga criou uma nova figura para o futebol português: o Provedor do Adepto. Jorge Silvério, doutorado em Psicologia Desportiva e psicólogo com vários anos de trabalho ligado aos atletas, treinadores e clubes, foi a personalidade escolhida.
No discurso de balanço do primeiro ano de mandato, Hermínio Loureiro havia lançado a promessa e está agora a cumpri-la. Os adeptos vão passar a dispor de um interlocutor independente dos poderes já instituídos, a quem podem apresentar queixas, ideias e sugestões.
Em conversa com A BOLA, Jorge Silvério explica: «Terei um raio de acção totalmente independente da Direcção da Liga. Poderei servir de intermediário entre os adeptos e não só a Liga, mas também outros agentes do futebol exteriores ao organismo.»


MENTALIDADES TÊM QUE MUDAR

Na perspectiva de Jorge Silvério, a criação do Provador do Adepto foi mais uma prova de que Hermínio Loureiro pretende mesmo mudar o futebol português: «A Direcção da Liga tem estado a fazer um esforço a todos os níveis para alterar mentalidades. É claro que isto não se consegue de um dia para o outro. Demora tempo, mas já se começam a notar alguns resultados.» Mas a mudança não pode partir só da Liga — os clubes serão, sempre, os principais agentes do progresso: «Também da parte dos clubes tenho notado um grande esforço no sentido de valorizar os adeptos, que são a base de sustentação e o garante da existência dos clubes.»
Nestes tempos tão marcados pela economia e pelo poder das televisões, que peso têm os adeptos? Silvério responde de pronto: «Têm uma grande importância económica, não só pelos resultados de bilheteira e merchandising, mas também pela influência que tem no rendimento das equipas, em função do apoio emocional que lhes prestam durante os jogos. Tal influência está comprovada nos estudos que reportam as vantagens de se jogar em casa.»


CRISE VALORIZA FACTOR HUMANO

Curiosa ironia: a crise económica até pode levar a que a massa humana venha a ter mais relevância.
«Com a diminuição dos patrocínios, aumenta ainda mais a importâncias das receitas de bilheteira. Basta ver que FC Porto e Sporting arrecadam, neste momento, cerca de seis milhões de euros em vendas de lugares anuais.»
Mas estará o futebol português condenado a retrair-se, arrastado pelos dados de recessão económica?
«A crise não pode servir de desculpa para tudo. Há que ter uma atitude positiva e reagir às adversidades», aponta o professor.
«Há pouco tempo», conta Silvério, «estive em Buenos Aires e, como é óbvio, não deixei de ir ao La Bombonera, o estádio do Boca Juniors. Tive a oportunidade de falar com responsáveis pelo clube, que me contaram que, desde 1996, conseguiram triplicar o número de adeptos e de receitas. Neste momento, a lista de espera para novos sócios é de... 11 anos!»


SINAIS CONTRADITÓRIOS

Mas nem tudo tende a piorar. Jorge Silvério destaca os progressos feitos na questão das assistências: «Há alguns dados positivos. Na época passada, por exemplo, melhorou bastante a assistência nos estádios em Portugal, tendo-se atingido a média de 11 mil espectadores por jogo. Esta época, temos vindo a assistir a um declínio de cerca de mil espectadores, mas isso também ocorre, por exemplo, em Inglaterra.»
«Temos a segunda melhor assistência per capita da Europa. Só a Liga Sagres movimenta cerca de 90 mil pessoas todos os fins-de-semana», observa o novo Provedor.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, relativos ao ano de 2006, 5,7 por cento dos orçamentos familiares é dedicado ao lazer, o que significa, em termos absolutos, um valor próximos dos mil euros por família. Para Jorge Silvério, «a multiplicação de actividades concorrenciais dificulta a capacidade do futebol atrair uma boa parte desse dinheiro disponível.» «O aumento do desemprego e a quebra do poder de compra obriga a uma adaptação dos clubes às novas realidades sociais», acrescenta.
Como recorrer:

- através de carta dirigida à sede da Liga de Clubes (Rua da Constituição, 2555 4250-173 Porto)
- através de email, que será disponibilizado num link a colocar em breve no site oficial da Liga (http://www.lpfp.pt/)
- através de reunião presencial na sede da Liga, após marcação (o provedor reservará um dia por semana para esses encontros)


PODERES E COMPETÊNCIAS DO NOVO PROVEDOR


Receber e avaliar queixas, solicitações, sugestões e dúvidas por parte dos adeptos
Emitir recomendações
Transmitir aos adeptos as recomendações e/ou propostas e recomendações no seguimento das queixas efectuadas
Analisar, encaminhar e organizar essas solicitações
Reunir com grupos de adeptos e /ou associações representativas
Mediar situações de potenciais conflitos
Incentivar e sensibilizar os adeptos para uma contribuição positiva
Desenvolver acções de formação, informação e esclarecimento junto dos adeptos
Prestar esclarecimento acerca dos direitos e deveres dos adeptos bem como normas regulamentares e legais
Efectuar propostas regulamentares visando a salvaguarda dos direitos e deveres dos adeptos
Reunir com clubes e outras instituições


CINCO OBJECTIVOS DO PROVEDOR DO ADEPTO


Ser um interlocutor reconhecido pelos diversos agentes do futebol
Fazer cumprir as normas legais e erradicar manifestações de xenofobia, violência e racismo
Fazer respeitar as regras de segurança
Encontrar formas positivas e construtivas de apoio às equipas
Promover o espírito ético e o fair play."
publicado por velhoestilo às 21:41
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O Provedor

Mas antes do Sr. Provedor, uns links interessantes.


Um dos Administradores do Milan atacado pelos Ultras Napolitanos. Aqui.


O Villareal ajuda os adeptos que perderam os seus empregos. Aqui.


E finalmente: o crime compensa se fores apanhado apenas uns anos mais tarde. Aqui.


Em relação ao Provedor do Adepto, foi feita esta semana em A BOLA uma entrevista ao mesmo.


Na íntegra para vocês:


"Adeptos de futebol já têm provedor Jorge Silvério, doutorado em Psicologia Desportiva, foi o escolhido Terá total autonomia em relação à Liga Ouvirá queixas e sugestões Intervenção junto dos agentes desportivos

Por GERMANO ALMEIDA

A Liga criou uma nova figura para o futebol português: o Provedor do Adepto. Jorge Silvério, doutorado em Psicologia Desportiva e psicólogo com vários anos de trabalho ligado aos atletas, treinadores e clubes, foi a personalidade escolhida.
No discurso de balanço do primeiro ano de mandato, Hermínio Loureiro havia lançado a promessa e está agora a cumpri-la. Os adeptos vão passar a dispor de um interlocutor independente dos poderes já instituídos, a quem podem apresentar queixas, ideias e sugestões.
Em conversa com A BOLA, Jorge Silvério explica: «Terei um raio de acção totalmente independente da Direcção da Liga. Poderei servir de intermediário entre os adeptos e não só a Liga, mas também outros agentes do futebol exteriores ao organismo.»


MENTALIDADES TÊM QUE MUDAR

Na perspectiva de Jorge Silvério, a criação do Provador do Adepto foi mais uma prova de que Hermínio Loureiro pretende mesmo mudar o futebol português: «A Direcção da Liga tem estado a fazer um esforço a todos os níveis para alterar mentalidades. É claro que isto não se consegue de um dia para o outro. Demora tempo, mas já se começam a notar alguns resultados.» Mas a mudança não pode partir só da Liga — os clubes serão, sempre, os principais agentes do progresso: «Também da parte dos clubes tenho notado um grande esforço no sentido de valorizar os adeptos, que são a base de sustentação e o garante da existência dos clubes.»
Nestes tempos tão marcados pela economia e pelo poder das televisões, que peso têm os adeptos? Silvério responde de pronto: «Têm uma grande importância económica, não só pelos resultados de bilheteira e merchandising, mas também pela influência que tem no rendimento das equipas, em função do apoio emocional que lhes prestam durante os jogos. Tal influência está comprovada nos estudos que reportam as vantagens de se jogar em casa.»


CRISE VALORIZA FACTOR HUMANO

Curiosa ironia: a crise económica até pode levar a que a massa humana venha a ter mais relevância.
«Com a diminuição dos patrocínios, aumenta ainda mais a importâncias das receitas de bilheteira. Basta ver que FC Porto e Sporting arrecadam, neste momento, cerca de seis milhões de euros em vendas de lugares anuais.»
Mas estará o futebol português condenado a retrair-se, arrastado pelos dados de recessão económica?
«A crise não pode servir de desculpa para tudo. Há que ter uma atitude positiva e reagir às adversidades», aponta o professor.
«Há pouco tempo», conta Silvério, «estive em Buenos Aires e, como é óbvio, não deixei de ir ao La Bombonera, o estádio do Boca Juniors. Tive a oportunidade de falar com responsáveis pelo clube, que me contaram que, desde 1996, conseguiram triplicar o número de adeptos e de receitas. Neste momento, a lista de espera para novos sócios é de... 11 anos!»


SINAIS CONTRADITÓRIOS

Mas nem tudo tende a piorar. Jorge Silvério destaca os progressos feitos na questão das assistências: «Há alguns dados positivos. Na época passada, por exemplo, melhorou bastante a assistência nos estádios em Portugal, tendo-se atingido a média de 11 mil espectadores por jogo. Esta época, temos vindo a assistir a um declínio de cerca de mil espectadores, mas isso também ocorre, por exemplo, em Inglaterra.»
«Temos a segunda melhor assistência per capita da Europa. Só a Liga Sagres movimenta cerca de 90 mil pessoas todos os fins-de-semana», observa o novo Provedor.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, relativos ao ano de 2006, 5,7 por cento dos orçamentos familiares é dedicado ao lazer, o que significa, em termos absolutos, um valor próximos dos mil euros por família. Para Jorge Silvério, «a multiplicação de actividades concorrenciais dificulta a capacidade do futebol atrair uma boa parte desse dinheiro disponível.» «O aumento do desemprego e a quebra do poder de compra obriga a uma adaptação dos clubes às novas realidades sociais», acrescenta.
Como recorrer:

- através de carta dirigida à sede da Liga de Clubes (Rua da Constituição, 2555 4250-173 Porto)
- através de email, que será disponibilizado num link a colocar em breve no site oficial da Liga (http://www.lpfp.pt/)
- através de reunião presencial na sede da Liga, após marcação (o provedor reservará um dia por semana para esses encontros)


PODERES E COMPETÊNCIAS DO NOVO PROVEDOR


Receber e avaliar queixas, solicitações, sugestões e dúvidas por parte dos adeptos
Emitir recomendações
Transmitir aos adeptos as recomendações e/ou propostas e recomendações no seguimento das queixas efectuadas
Analisar, encaminhar e organizar essas solicitações
Reunir com grupos de adeptos e /ou associações representativas
Mediar situações de potenciais conflitos
Incentivar e sensibilizar os adeptos para uma contribuição positiva
Desenvolver acções de formação, informação e esclarecimento junto dos adeptos
Prestar esclarecimento acerca dos direitos e deveres dos adeptos bem como normas regulamentares e legais
Efectuar propostas regulamentares visando a salvaguarda dos direitos e deveres dos adeptos
Reunir com clubes e outras instituições


CINCO OBJECTIVOS DO PROVEDOR DO ADEPTO


Ser um interlocutor reconhecido pelos diversos agentes do futebol
Fazer cumprir as normas legais e erradicar manifestações de xenofobia, violência e racismo
Fazer respeitar as regras de segurança
Encontrar formas positivas e construtivas de apoio às equipas
Promover o espírito ético e o fair play."
publicado por velhoestilo às 21:41
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Derby Algarvio

A Taça da Liga apresenta-se como a competição mais pobre do futebol português. Quer seja pelo seu historial (esta é apenas a 2ª edição), quer pelo seu formato (mais interessante o formato inglês) quer pela pouca importância que os clubes lhe dão.


No entanto esta final tinha um aliciante exterior ao facto de ser um “derby”: o clube que vencesse seria o primeiro a vencer todas as competições nacionais.
Neste caso… foi o Benfica (poderia ser de outra maneira???).
Futebolisticamente falando o jogo foi bastante fraco. Uma arbitragem inábil, incapaz e incompetente (e não falamos apenas do lance do penalty que deu o empate ao Benfica) que no fundo espelha o sector da mesma no nosso país. No fundo, como o dirigismo, uma merda.
Passando à frente desse “caso”, há que dizer que nenhuma das equipas merecia vencer. A fórmula dos penalty’s foi porventura a mais “justa”. Um sabor a Torneio do Guadiana com mais um pouco de prestígio. O Benfica vence o troféu e o derby. Quim brilhou a grande altura no momento das penalidades (a fazer esquecer demasiadas falhas no tempo regulamentar) e o Carlos Martins marcou o golo decisivo.

No lado Benfiquista há ainda a lesão de Suazo. Não volta a jogar pelo SLB. A pergunta neste caso é: será que alguma vez jogou? Tirando o jogo em Nápoles e um golo ao Guimarães , que mais fez este reforço de 150 mil por mês? Não podiam ter investido esse valor num pequeno genial que joga no Palermo? Os reforços são como os melões…mas este… que belo barrete para quem vinha rotulado de craque.

Falando de Adeptos, bem, aí a supremacia foi claramente verde e branca. Apoio constante (que terminou depois do penalty marcado pelo Reyes que deu o empate) e forte. Uma curva na verdadeira definição. O sistema de som ajuda mas não explica tudo. A “curva” verde e branca foi bem mais forte. Parabéns.


Do lado benfiquista um apoio demasiado fraco para um derby. Apesar de forte presença dos grupos (DV cerca de 500 e NN cerca de 1500) o apoio raramente atingiu a curva. Salva-se o habitual “glorioso slb” e os gritos de “Benfica” entre a Curva e a Central. De resto fraco.

Visualmente os DV marcaram a diferença. Novas bandeiras, muitas bandeiras pequenas (parece que esta moda veio – felizmente – para ficar) e algumas tochas. Apesar de um apoio constante não contagiou muitas vezes a massa adepta presente em redor. Boa deslocação dos DV Norte (um bus) ao que se juntaram 2 da Zona de Lisboa, a habitual presença dos DV Hellbufeira e dos sempre fieis DV Luxemburgo e Paris (que não costumam falhar nestes momentos).













Destaque também para as frases dos DV: “Vassourada para os Adeptos Legai$”, “Laurentino, também não gostamos de políticos corruptos, mas que os há…há…” (recados com destinatários evidentes) e uma paródia aos resultados leoninos na Champions League “Vieram pela A12… voltam pela A1 2 3 4 “ O sentido era óbvio, mas acabou por resultar… com os penalty’s”
Taça em fim-de-semana no Algarve provoca sempre um ou outro encontro. Aconteceram, aqui e ali, mas nada de grave se assinalou. Felizmente.



Parabéns a todos os adeptos presentes e parabéns ao SLB pela conquista.
publicado por velhoestilo às 20:49
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Derby Algarvio

A Taça da Liga apresenta-se como a competição mais pobre do futebol português. Quer seja pelo seu historial (esta é apenas a 2ª edição), quer pelo seu formato (mais interessante o formato inglês) quer pela pouca importância que os clubes lhe dão.


No entanto esta final tinha um aliciante exterior ao facto de ser um “derby”: o clube que vencesse seria o primeiro a vencer todas as competições nacionais.
Neste caso… foi o Benfica (poderia ser de outra maneira???).
Futebolisticamente falando o jogo foi bastante fraco. Uma arbitragem inábil, incapaz e incompetente (e não falamos apenas do lance do penalty que deu o empate ao Benfica) que no fundo espelha o sector da mesma no nosso país. No fundo, como o dirigismo, uma merda.
Passando à frente desse “caso”, há que dizer que nenhuma das equipas merecia vencer. A fórmula dos penalty’s foi porventura a mais “justa”. Um sabor a Torneio do Guadiana com mais um pouco de prestígio. O Benfica vence o troféu e o derby. Quim brilhou a grande altura no momento das penalidades (a fazer esquecer demasiadas falhas no tempo regulamentar) e o Carlos Martins marcou o golo decisivo.

No lado Benfiquista há ainda a lesão de Suazo. Não volta a jogar pelo SLB. A pergunta neste caso é: será que alguma vez jogou? Tirando o jogo em Nápoles e um golo ao Guimarães , que mais fez este reforço de 150 mil por mês? Não podiam ter investido esse valor num pequeno genial que joga no Palermo? Os reforços são como os melões…mas este… que belo barrete para quem vinha rotulado de craque.

Falando de Adeptos, bem, aí a supremacia foi claramente verde e branca. Apoio constante (que terminou depois do penalty marcado pelo Reyes que deu o empate) e forte. Uma curva na verdadeira definição. O sistema de som ajuda mas não explica tudo. A “curva” verde e branca foi bem mais forte. Parabéns.


Do lado benfiquista um apoio demasiado fraco para um derby. Apesar de forte presença dos grupos (DV cerca de 500 e NN cerca de 1500) o apoio raramente atingiu a curva. Salva-se o habitual “glorioso slb” e os gritos de “Benfica” entre a Curva e a Central. De resto fraco.

Visualmente os DV marcaram a diferença. Novas bandeiras, muitas bandeiras pequenas (parece que esta moda veio – felizmente – para ficar) e algumas tochas. Apesar de um apoio constante não contagiou muitas vezes a massa adepta presente em redor. Boa deslocação dos DV Norte (um bus) ao que se juntaram 2 da Zona de Lisboa, a habitual presença dos DV Hellbufeira e dos sempre fieis DV Luxemburgo e Paris (que não costumam falhar nestes momentos).













Destaque também para as frases dos DV: “Vassourada para os Adeptos Legai$”, “Laurentino, também não gostamos de políticos corruptos, mas que os há…há…” (recados com destinatários evidentes) e uma paródia aos resultados leoninos na Champions League “Vieram pela A12… voltam pela A1 2 3 4 “ O sentido era óbvio, mas acabou por resultar… com os penalty’s”
Taça em fim-de-semana no Algarve provoca sempre um ou outro encontro. Aconteceram, aqui e ali, mas nada de grave se assinalou. Felizmente.



Parabéns a todos os adeptos presentes e parabéns ao SLB pela conquista.
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

E só para finalizar...

Esta fase de 3 "postas" de seguida finaliza com dois "links".

O primeiro vem de Belém e (não...não é o Menino Jesus... isso é só lá mais para a frente quando o Scolari ou o Paulo Bento já forem os treinadores do Benfica...upssss) é um bom exemplo de solidariedade ultras. É clickar aqui e dar uma olhada.

De Inglaterra chegam pressões para a UEFA mudar a final da Champions League para fora da cidade de Roma (acredito em grande dia de festa para os ultras locais...). Será? Clickar aqui.

Carrega Benfica !!!
publicado por velhoestilo às 00:26
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E só para finalizar...

Esta fase de 3 "postas" de seguida finaliza com dois "links".

O primeiro vem de Belém e (não...não é o Menino Jesus... isso é só lá mais para a frente quando o Scolari ou o Paulo Bento já forem os treinadores do Benfica...upssss) é um bom exemplo de solidariedade ultras. É clickar aqui e dar uma olhada.

De Inglaterra chegam pressões para a UEFA mudar a final da Champions League para fora da cidade de Roma (acredito em grande dia de festa para os ultras locais...). Será? Clickar aqui.

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Adivinha quem vai jantar?


É sábado. No Algarve. Há jantarada certamente. É a final da Taça da Liga.
Esperamos música ambiente de qualidade ... Como assobios... e algo mais...
publicado por velhoestilo às 00:22
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É sábado. No Algarve. Há jantarada certamente. É a final da Taça da Liga.
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